No próximo domingo, Desperate Housewives chega ao seu final. Vocês estão prontos para o adeus?

Eu não.

Em primeiro lugar, gostaria de pedir desculpas a todos pelo sumiço, mas questões pessoais me impediram totalmente de postar sobre os últimos episódios. Então, farei um pacote com os três para que possamos nos preparar para o grande final, neste domingo! Eu estou com sérias dificuldades de acreditar que o fim está tão próximo!

Particularmente, acho que a série foi super bem durante toda a sua derradeira temporada, mas o 18º, 19º e 20º me decepcionaram um pouco, achei que foram bem fillers, em um momento que isso não era mais necessário. Falta muito pouco para o final! Já do “The people Will Hear” eu gostei demais!

Em "With so little to be sure of", vimos a perseguição do delegado Murphy com a Bree. Uma coisa é querer que a Justiça aconteça, outra é ultrapassar todos os limites da ética para vingar um amigo. Ela, como sempre, tentou manter o controle e a cena inicial, quando ela pede para que as amigas olhem o forno, foi "muito Bree"! Adorei! Assim como o advogado, o Trip, que decidiu pegar o caso dela após ver que, mesmo que ela não tenha cometido o crime, sabe quem o fez. Algumas reviews atrás, eu falei que não via como elas poderiam se safar de toda a confusão. A entrada do advogado me levou a crer em alguma possiblidade de salvação para as housewives, mas como vimos nos episódios seguintes, não foi bem assim. Obviamente, ela passar a nutrir sentimentos por ele não é nada bom e tenho certeza que vai dar errado. Só não sei como. Ao mesmo tempo, fui muito solidária a ela ter que contar todos os casos que teve, quando teve sua recaída com as bebidas. Após oito anos acompanhando a querida ruiva, é doloroso pensar quão sofrido isso foi pra ela, e ainda será, já que a acusação certamente jogará isso na cara dela até o último momento. Finalmente, em “The People Will Hear”, gostei demais da forma em que ela admitiu seus atos passados, mas a carta suicídio foi realmente um choque. Ver o super ultra mega advogado preocupado com a situação em que ela se encontra me deixou muito tensa. É algo tão absurdo, mas ter que passar de 20 anos à prisão perpétua por algo que não fez é inconcebível. O que eu acho é que o Carlos vai confessar, mas não me surpreenderei se não o fizer. Vamos ver!

A Gaby, como sempre, me fez rir muito. O que foi a cena no restaurante no “With so little to be sure of!” Se eu fosse o Carlos, ia ter vontade de matar! Mas, ao mesmo tempo, quem quis largar o emprego foi ele né? Então, que agüente os métodos não tradicionais da esposa de trazer dinheiro pra casa! Abaixo o machismo! Hehehe. Já em “Lost My Power”, continuamos a vê-la envolvida com o trabalho e tendo que lidar com o, agora, bom samaritano Carlos. Acontece que, mesmo trabalhando em uma ONG, ele mostrou que continua com a sua habilidade de “captar investimentos” ou, como a Gaby disse, continua sendo um tubarão. Como eles lidarão com as mudanças ainda é algo que me intriga. No “The People Will Hear”, ele sumiu e o que vimos foi a Gaby tendo consciência do que a Bree está fazendo por ela e pela família. A última cena das duas, no fórum, me deixou tensa, muito tensa, mas espero que a Bree não seja, simplesmente, acusada e pronto. Que sinuca de bico!

Já o espírito do Mike continua bem vivo na série! Acho isso bem legal, porque o cara teve sua importância durante oito temporadas (gostando dele ou não), então, cair no esquecimento após a sua morte seria muito incoerente! Gostei muito da participação do Lee no “With so little to be sure of!”, mas acho que a introdução da irmã dele foi apenas uma forma de fazer com que a Julie não dê a filha para adoção, como vimos. Em “Lost My Power” ele esteve presente na história com o MJ. Quando a Susan disse a ele que iria ao evento da escola que era para pais e filhos, imaginei que não daria certo. Mas adorei a solução encontrada por ela, de chamar os homens da rua para ajudar o menino, na ausência da figura masculina. Muito legal mesmo, talvez o ponto alto do episódio. Em “The People Will Hear”, a Julie voltou a ter o destaque, com a aflição de não ter o Potter ao seu lado. Ele, coitado, está surtando com o tanto que é caro ter um filho e está se matando com 3 empregos. Acho que é uma boa forma de se pensar uma solução para a Susan: que ela saia de casa para ajudar a filha na criação da neta. Bom, isso se ela não for presa, junto com as outras, como cúmplice do crime, né?

Finalmente, my dear Lynette! Que vontade de bater na Jane no “With so little to be sure of!”! Petulante! Inicialmente, eu gostei dessa história dela lutar pelo Tom, mas agora, confesso, que tem me irritado. Eles continuam a arrastar a história que, certamente, só será resolvida bem no final do final da temporada. Eu sempre quis os dois juntos, mas em certo momento da temporada, eu achei que o fim seria bem realista e bacana. O que tem me irritado é essa postura de quase implorar da Lynette. Tipo, ou vai ou fica. Ela começar a namorar o chefe não poderia dar certo, como não deu. Mas será que o Tom vai lutar por ela? Eu acho que no final eles ficarão juntos, mas Desperate Housewives já conseguiu me surpreender muitas vezes nesses oitos anos.

Ah, no meio disso tudo, também tivemos os preparativos do casamento da Renee né?

Então, meus amigos, vou de coração aberto para o episódio final, que será de duas horas. A única coisa que realmente espero é um bom final, independente dos vários desfechos possíveis. Só sei que meu coração está apertado demais.

Ps1: Abaixo, a última promo da série!


Ps2: A Felicity Huffman, em seu blog What The Flicka, tem escrito cartas de despedidas à série, vocês viram? Cliquem aqui para lê-las.

Ps: Se quiserem, visitem meu blog: http://wordsofleisure.com
 
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