"Deixe o trabalho sujo comigo, como antigamente".
Ainda não tenho opinião formada sobre The Lying Game. Não sei se gosto ou se não gosto, então o jeito é acompanhar mais, até porque não sou de largar série, só se ela for muito ruim, o que não é o caso aqui. O fato é que não sou tão crítica assim e não precisa de muito para me agradar.
Um sonho horripilante aterroriza Emma, que é acordada carinhosamente pela mãe adotiva de Sutton e que revela que há tempos a garota não sofria com esse sonho. Ou seja, as duas garotas compartilham o mesmo pesadelo. Assustador. Então, o jeito foi descobrir o que esse sonho significava. Enquanto em Los Angeles, Sutton e o seu amigo a tira-colo perseguem pistas sobre a mãe desaparecida e descobrem o nome de uma cidadezinha pela ampliação com qualidade de uma foto de anos atrás.
Além de tudo isso, o episódio ainda teve aquelas tramas menos importantes, a irmã de Sutton – Laurel – assumiu a culpa pelo roubo do computador da irmã para safar a cara de Ethan, ainda saiu com o cara novo que estava “marcado” por Char e teve que pagar a conta porque ele deu gorjeta demais para o músico. Isso não me cheira nada bem. Aproveitando que a amizade entre Mads, Char e Sutton anda meio estremecida e não tão forte, a chatozilla Nisha botou as garras de fora e foi para o elo mais fraco. Contou para Char que Mads estava tendo um caso com seu professor de balé, claro que fez isso com todo o veneno possível. E o caos se instaurou na amizade delas.
O episódio foi bom, agora basta saber se vamos continuar tendo as respostas que queremos, mas na medida, para que a estória não acabe precocemente.
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