Com a notícia de que Dexter foi renovada por mais dois anos, fica difícil de acreditar que tão cedo veremos a revelação do serial killer para sua irmã Deb.
Não é de hoje que figurei em minha mente o dia em que Dexter seria pego por Debra. A série já brincou com isso premiando-nos com uma das melhores cenas com veia cômica da série, já prometeu, evidenciou que seria possível, mas então Deb dá dois passos atrás (assim como a trama dá 10) ao deixar a dupla de assassinos (Lumen e Dex) saírem impunes por motivos não tão convincentes na Season Finale da 5ª temporada. Mas então vem “Sins of Omission”, que pelo título mostra que o seu foco esteve nos dois personagens que ainda seguram a série como alicerces que estruturam uma casa.
As sessões com a terapeuta de Dev funcionaram muito bem para levantar tais questionamentos. Ao mesmo tempo, não posso deixar de ressaltar que vejo Dexter cada vez mais descuidado com relação a sua irmã, chefe e tenente do departamento de polícia que pode ser o seu maior pesadelo. Deb, por sua vez, aprendeu que nada vindo gratuitamente de Laguerta não venha para benefício próprio. Imagino a quem ela estaria tentando proteger com o caso da garoto do banheiro. Algum palpite?
Mais detalhes:
- Masuka em um strip club é fórmula certa para comédia. Mas então, o personagem perdeu a graça, ou eu fui o único que não riu da situação?
- Para completar temos Quinn. Pior que Ton Canabrava.
- Dexter agora tem uma bíblia. Adorei a alusão nítida, divertida e até irônica a sua "paixão" por sangue.
- Não compro o papel de durão de Batista para com o lab-geek/namorado da sua irmã. Aliás, impressão minha ou este foi mesmo um episódio sobre irmandade?
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